O comandante da 1ª CIA do 36º BPM, tenente Lucas Ribeiro Pereira, foi um dos destaques do Fim de Expediente desta quarta-feira, 13, onde abordou o assunto sobre o massacre ocorrido, na Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano-SP, com a morte de alunos, funcionários e dos dois assassinos.

Tenente Lucas comentou sobre a segurança que a Brigada Militar realiza nas escolas de Farroupilha com o patrulhamento escolar e sobre o trabalho forte que as escolas executam em relação ao Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd).

Em relação ao massacre, o comandante destacou o comportamento dos assassinos e demonstrou preocupação com o relacionamento entre pais e filhos. Segundo ele, muitos pais não sabem criar os filhos, se omitem das responsabilidades e depois se queixam que seus filhos estão sofrendo bullying. "Que filho tu está criando para o mundo, que tipo de jovens nós pais estamos criando para o mundo”, questionou.

Quanto alguns segmentos da sociedade se manifestarem contrário ao decreto do presidente Jair Bolsonaro, que permite ao cidadão brasileiro a posse de arma de fogo, o comandante garante que o massacre não tem nenhuma relação e explicou que uma pessoa quando encontra-se transtornada ou com alguma patologia que leva cometer essas atitudes, ela vai fazer aquilo que der na cabeça, independente do dia da hora e do local.

O massacre também foi assunto nas escolas de Farroupilha, onde as diretoras em entrevista à Spaço FM demonstraram preocupação com o fato. Conforme a diretora da Escola Estadual Farroupilha, Elezita Ferrari e a diretora do Colégio Nossa Senhora de Lourdes, Salete Finimundi Gasperin, elas nem imaginam que isso possa acontecer em Farroupilha, mas admitem que nenhuma escola esta livre dessas barbáries. Quanto à segurança das escolas, elas destacam que há monitoramento na entrada e saída de alunos e a entrada de pessoas estranhas da comunidade escolar.

As diretoras comentaram ainda sobre o comportamento dos alunos e como a escola trabalha os valores humanos. Elas não concordam que uma escola possa ser responsabilizada por uma atitude monstruosa como essa, principalmente por se tratar de ex-alunos.

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