O ex-vice-prefeito de Caxias, Ricardo Fabris de Abreu, autor do sétimo pedido de impeachment de Daniel Guerra, protocolou um anexo ao documento na manhã desta segunda-feira. No pedido constam possíveis ilegalidades no cerceamento do Conselho Municipal de Saúde (CMS) a suas atribuições como avaliar a realização da obra a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) Central.

Além disso, há novos documentos que exibem a abertura de investigação do Tribunal de Contas do Estado (TCE) sobre a licitação da UPA Central, que trata da seleção da entidade privada, qualificada como organização social da área da saúde. Outro ponto abordado é a nomeação de organização social, desrespeitando a lei municipal.

Fabris aconselha a Câmara de Vereadores pedir ao TCE uma Inspeção Especial e dois procedimentos que investigam as contas públicas e a cópia do chamamento público 140/2019 à Central de Licitação da prefeitura de Caxias do Sul.

O sétimo pedido de impeachment foi protocolado na última sexta-feira, 27, e a votação de sua admissibilidade ocorrerá na sessão desta terça-feira, 1º de outubro, a partir das 8h30.

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