O candidato ao Senado, José Fogaça esteve em Bento Gonçalves na manhã desta quarta-feira, 8, em uma reunião com lideranças do MDB, onde foram traçados planos preparatórios e estratégicos para a campanha eleitoral que inicia em 16 de agosto.

Fogaça explicou qual sua a motivação para concorrer e o que o eleitor pode esperar dele, salientando a necessidade de mudança no modo e nas práticas de fazer política. Quanto ao voto, o emedebista admite que a população está desencantada com a política e, inclusive, percebe uma desesperança no Brasil. Para ele é necessário que o eleitor vote em uma pessoa disposta a mudar o sistema do país e que uma reforma seja implantada para dar autonomia ao votante e não ao político.

O candidato comentou sobre a expansão do MDB, com candidatos a presidente, governador, senador, deputados federais e estaduais. Fogaça destacou a união de seu partido, o que mostra pró-atividade com um grande projeto nacional.

Ao longo da reunião, o candidato colocou novamente seu nome à disposição da sigla nas eleições de outubro, já que Rigotto, que iria concorrer ao Senado, agora pretende ser vice-presidente ao lado de Henrique Meirelles. “De fato o que me fez voltar foi a necessidade que o partido tinha de preencher a vaga que foi deixada pela desistência do nosso candidato Germano Rigotto, como ele não quis ou não pode mais concorrer ao Senado, abriu-se essa brecha, essa oportunidade e o partido me convocou e eu aceitei”, destacou.

Sobre a atual situação do Rio Grande do Sul, Fogaça comentou que o estado precisa recuperar a sua capacidade de investimento, garantindo o funcionamento em todas suas as áreas de atuação. Nessa esfera é inevitável buscar uma direção sem interesses pessoais. “Um projeto não pode ferir um grupo para beneficiar outro, não pode privilegiar um grupo para destruir outro, na verdade os projetos precisam atender um interesse público, um interesse coletivo, um interesse maior da sociedade e não aos benefícios de outros”, salientou.

O concorrente afirmou que a política está muito dividida, prejudicando o país, e em seu ponto de vista, o formato não serve apenas para divergir, mas também para convergir. Ao longo da programação da Spaço FM você ouve a entrevista realizada com o candidato.

 

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