O secretário de Turismo e Cultura de Farroupilha, Francis Casali participou ao vivo do programa Panorama desta quinta-feira, 5, para esclarecer as denúncias realizadas por integrantes de grupos farroupilhenses que não foram contratados para compor a programação da Semana Farroupilha que inicia no dia 13 de setembro.

Casali explicou que as contratações foram realizadas por uma produtora que participou de uma licitação e ela é a responsável pela organização de todo o evento. “Não tem nada de ilegal, nada de imoral”, comentou.

O secretário destacou que o planejamento do evento inicia em outubro do ano que antecede a Semana Farroupilha e que se estes grupos tiverem interesse de participar da edição de 2020, a administração estará à disposição para se reunir com eles.

Conforme Casali, ele acredita que o valor proposto para estes grupos do município foram baixos por estarem tratando sobre o assunto muito próximo do início do evento. Ele ressaltou que os artistas devem entrar em contato com a secretaria para estarem presentes na próxima edição.

GRUPOS MUSICAIS

Os músicos Rogério da Silva do Grupo Chasque, Alfeu Potel do Grupo Herdeiros do Pampa, Amilton Escobar do Grupo Agito Campeiro, Aldoir da Silva Proença do Grupo da Serra, Rafael Piccoli do Grupo Bolicho, e Sérgio Gregolin do Grupo Eco das Coxilhas participaram do programa Fim de Expediente desta quarta-feira, 4, e expuseram sua indignação.

Conforme o integrante do Grupo Chasque, o problema é o valor baixo do cachê que seria destinado para os grupos locais, de R$ 1,2 mil. Ele salientou que para grupos maiores, como do cantor Baitaca, o valor ficou em R$ 18 mil.

Ainda, Gregolin do Grupo Eco das Coxilhas afirmou que sua preocupação é com o gasto do dinheiro público com diferença de valores nas contratações de uma cidade para outra, onde artistas maiores cobram muito para tocar em Farroupilha e menos em outras cidades.

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