Empresários da região deram seu ponto de vista em meio a dificuldades econômicas que o país atravessa. O presidente da CIC Caxias do Sul, Carlos Heinen, avaliou que já era esperado a crise, mas não tão forte, em um momento de empreender. Heinen explica ser inaceitável o aumento de impostos, pois devem existir outras maneiras de melhorar. Principalmente que o governo “arrume a casa”, ressaltando a importância de consertar o setor e empresas públicas, terminando com benefícios e vantagens. Sendo estes um dos motivos que quebrou o estado, além dos custos elevados da previdência pública. Para os servidores que fazem protestos, Heinen alertou que deveriam ver como está o dificuldades do setor privado, afirmando que a estabilidade e segurança que funcionários públicos tinham é algo inimaginável para empregados privados.

Reomar Islaviero, vice-presidente de Industria da CIC Caxias do Sul, comentou ser necessário para as empresas afetadas enxugar a folha, para torná-la produtiva, buscando como exemplo, a automação. Há aproximadamente 2500 demissões no setor industrial em Caxias do Sul neste ano, e a esperança de retomada da economia é para o próximo ano

Outros empresários também se manifestaram. Antonio Zini, do setor metalúrgico, ressaltou a dificuldade do momento, sendo que as exportações acabam salvando as receitas. Zini reclamou de quando desafiante é ser empresário no país, com diversas obrigações e imposições do governo. Bobi Busetti, do setor malheiro, comentou que os erros do governo acabaram gerando mais impostos para o trabalhador pagar. Sendo a hora de rever as políticas socialistas, e deixar as pessoas crescerem por conta própria. O setor malheiro não sofreu muito com a crise, foi a falta do inverno o principal problema neste ano. 

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