O presidente da Câmara de Indústria, Comércio, Serviços e Agronegócios de Farroupilha (Cics), José Carlos Trujillo, o vice-presidente da Indústria, Vinícius Pessin, e o presidente do Conselho Deliberativo da entidade, Maurício Bianchi, participaram do programa Fim de Expediente desta quarta-feira, 19, e explanaram sobre o projeto do governo do Rio Grande do Sul, intitulado reforma tributária. Para eles existem diversos pontos que precisam ser debatidos e que podem comprometer grande parte das empresas que geram empregos no estado. A diretoria destacou que toda a população precisa se envolver para que os deputados estaduais não aprovem o projeto desta forma.

Bianchi, que é também é o presidente da OAB Subseção Farroupilha, recentemente abordou o assunto durante a programação da Spaço FM, onde questionou diversos pontos da proposta do Executivo. Nesta oportunidade ele destacou uma série de desvantagens que irão impactar na vida do cidadão gaúcho. “As vantagens são incertas”, comentou.

De acordo com Pessin, empresas cadastradas no Simples, que atualmente são isentas de impostos por faturarem menos de R$ 360 mil por ano, com a aprovação terão que pagar tributos quando atingirem o valor de R$ 180 mil ao ano. “Quanto mais a gente fala sobre isso, a gente descobre que tem armadilhas neste projeto”, pontuou.

Durante a entrevista Trujillo comentou que o governo em vez de fomentar os setores que estão em ascensão ou são valorizados pela sua qualidade de produção no estado, o Executivo busca alguma forma de tributar os produtos. “Existe uma série de artimanhas que escondem um plano de fundo que é efetivamente o aumento dos tributos”, salientou.

A Cics busca se reunir nesta sexta-feira, 21, a partir das 13h, de forma virtual, com entidades para debater a proposta e eleborar um documento externando o posicionamento contrário ao projeto.

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