Paulo Fernando Périco, 54 anos, assume a coordenadoria da 4ª CRE num momento em que o cenário estadual não é animador. Enquanto o governo estadual anuncia 180 dias na suspensão de investimentos, uma comunidade que envolve 122 escolas, quatro mil professores e mais de 41 mil alunos de 14 cidades da região querem respostas para problemas antigos, como o pagamento do piso salarial para os professores e as obras que por quatro anos foram publicadas pelo Plano Nacional de Obras (PNO), mas a maioria não saiu do papel. Périco não faz promessas e diz que não será um ano de grandes ações. No discurso de posse, afirmou que “o caminho que a educação do Rio Grande do Sul quer tomar envolve o tripé pedagógico, de infraestrutura e de recursos humanos”. Sobre o corte aproximado de R$ 600 milhões na área da educação pelo governo federal, o coordenador garante que será cobrado a participação junto aos estados.
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