O retorno das aulas presenciais de forma gradual a partir de 31 de agosto no Rio Grande do Sul, sugerido pelo governador Eduardo Leite (Psdb) está gerando incertezas para as escolas infantis, uma vez que as crianças serão o primeiro nível a voltar.

Segundo a diretora da Escola Infantil Meu Cantinho, Michele Cadona, se houver o retorno presencial, os pais que não quiserem deixar os filhos nas escolas não precisarão, pois está sendo montada uma estrutura on-line para o acompanhamento desses alunos. “A gente está aqui para discutir fatos e não opiniões. Nós, escolas, estamos preparadas para o retorno presencial”, salientou. Michele explicou ainda que as incertezas estão nas datas, uma vez que a proposta do governador passará ainda por validações de associações regionais.

Para a proprietária da Escola Dei Banbini, Claudia Bassanesi Maggioni, as instituições de ensino necessitam de um retorno, pois a possibilidade de fechar cresce a cada dia. “Nós fizemos uma proposta para o prefeito de um atendimento de cinco crianças por professor”, contou.

De acordo com diretora da instituição de ensino, Planeta da Criança, Elenice Girelli, a ansiedade de voltar é grande, mas existe um temor por conta do risco sanitário. “Todas já preparando seus estabelecimentos, enfeitando, pintando, cortando a grama, dando vida e dando vida é com as nossas crianças dentro das escolas”, ressaltou.

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