Após novos debates sobre a inclusão da Identidade de Gênero no Plano Municipal de Educação de Farroupilha, duas das responsáveis pelo projeto voltaram a defender sua aprovação. A secretária municipal de Educação, Elaine Giuliatto, argumentou que a pessoa já nasce com a orientação sexual constituída. Portanto, o item do plano serve para auxiliar a construir a própria identidade, com o conhecimento adquirido durante a vida. Elaine defendeu que a diversidade é uma característica do dia a dia na sociedade brasileira, e o projeto não vai desconstruir nenhuma família. Também espera que a partir da discussão que envolveu o plano, os pais participem mais da escola. A presidente do Conselho Municipal de Educação, Deise Noro, argumentou que as discussões voltadas ao aborto e homossexualidade serão tratadas apenas a partir dos 18 a 29 anos. Ao defender que as pessoas com dúvidas busquem o contato com o Conselho, pelo número (54) 9632-9830, Deise pediu, em crítica a quem é contra o polêmico item, que “Não permitam que as pessoas falem o que pensam e acreditem no que estão falando”. As professoras comentaram não ser necessário uma alteração de imediato no plano, porque em 2017 já haverá uma revisão, assim como da primeira vez, aberta ao público. 

O prefeito em exercício Pedro Pedroso também defendeu o item do Plano Municipal de Educação, como forma de ensinar respeito as diferenças.
 

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