A Rádio Spaço FM, em comemoração aos 85 anos de emancipação política de Farroupilha, separou algumas fotos, vídeos e depoimentos de lembranças que os moradores têm sobre a história do município.

Nesta quarta-feira, 11, a cidade completa mais um ano e a emissora foi contemplada com o recorde de mensagens relembrando fatos que aconteceram em todo o período em que o Nova Vicenza virou Farroupilha. Acompanhe:

Daniel Cenci:

Quero contar a história do pai Severino Cenci, que veio de Veranópolis para Farroupilha em 1972 para fazer curso de torneiro mecânico, foi um dos primeiros moradores do bairro São José. Trabalhou na Grendene e depois fundou a Calçados Cenci em 82, onde estamos com a empresa até hoje.

Marcos Benvenutti:

Um ícone de Farroupilha que deve ser lembrado é o senhor Ítalo Zanella que pra sua época era muito a frente no empreendedorismo, grande gerador de emprego na Italex, hoje ITM.

Eliane Turcatti:

Cheguei em Farroupilha em 1979 e já fui trabalhar no Dal Monte Calçados. Casei com Hilário Turcatti, tive três filhos: Catiuscia, Jairo e Daniele. Meu marido é camioneiro, viajei muito com ele e não troco Farroupilha por nenhuma outra cidade. Parabéns a essa cidade linda.

Neusa Candido:

Quero agradecer a família Rossler, que trouxe minha família pra trabalhar na fábrica de salto. O Dr. Jaime fez uma casa pra nós morar, família com 14 filhos e mais pai e mãe estamos todos aí por Farroupilha muitos felizes por morar em Farroupilha. Foi em 1978, e 79 dona Geni Muller também fez parte de nossa pegada em Farroupilha. Nós da família Candido agradecemos por Farroupilha fazer parte de nossas vidas.

Marili Pedroso De Toni:

Vim pra Farroupilha em 80. Em fevereiro vai fazer 40 anos. Eu sou de Guaporé, casei aqui em Farroupilha, tenho dois filhos que nasceram aqui. Gosto muito dessa cidade. Amo Farroupilha, trabalhei em fábrica de calçados anos. Eu tinha 23 anos quando vim pra cá, lembro do cinema da Gincana da Spaço que era muito legal.

Júlio Prati:

Sou natural daqui, nasci em 1970, meus país e familiares ajudaram esta linda cidade crescer, não poderia deixar de lembrar da minha tia Dalva Prati e do Hospital Cibeli que muitas pessoas por lá passaram. Na minha infância lembro muito do moinho Trevisan e da antiga Escola São Pio X que ficava nos fundos do salão comunitário do bairro.

André Tonin:

Parabéns Farroupilha, sou farroupilhense, meu primeiro emprego foi em Calçados Sabry em 1987. Hoje vivo em Carlos Barbosa, mas tô sempre ligado nesta rádio.

Célia do Prado:

Sou de Lagoa Vermelha. Vim para Farroupilha em 1976 com meus pais, hoje estou com 52 anos. Com 12 anos comecei a trabalhar na calçados Sabry. Lembro do Bar Bambu que era onde é o Bradesco hoje, e do cine Uirapuru onde assistia filmes nos embalos de sábado à noite. Muitas lembranças boas. Parabéns, Farroupilha.

Andrea Almeida:

Vim para Farroupilha com a minha família em 1971, tinha dois anos. Meus pais chegaram em busca de trabalho e trabalharam no Frigorífico Friapel. Amo Farroupilha e me considero uma farroupilhense. Farroupilha é um ótimo lugar para morar e onde realizei meus sonhos. Parabéns, Farroupilha.

Lucia Chiele Piccoli:

Meu pai Severino Luiz Chiele, hoje com 91 anos, sempre conta que veio com meu avô Ângelo Chiele a cavalo participar da emancipação de Farroupilha.

Irilei Mozzer:

Nós viemos de Herval, no oeste de Santa Catarina, para Farroupilha em 1976 com cinco filhos, se instalando no bairro São José. Uns trabalharam na calçados Imagem, minha irmã na malharia Rizzo, meu primeiro emprego na Francischini, Bortolossi e Bigfer. Tinha poucos bairros na época. Parabéns, Farroupilha pelos 85 anos. Gratidão.

Irondina Nascimento:

Vim de Passo Fundo no dia 24 de janeiro de 1989. Cheguei aqui carregando uma sacolinha de plástico com algumas roupas dentro. Graças a Deus esta linda cidade de Farroupilha me acolheu de braços abertos. Meu primeiro emprego foi no Super César. Hoje tenho meu apartamento, uma filha de 23 anos e uma netinha de 1 aninho. Parabéns, Farroupilha pelos 85 anos.

Neusa Scussel:

Sou natural de Guaporé. Com 16 anos cheguei a Farroupilha e adotei essa cidade para sempre. Já tive oportunidade de voltar à minha terra natal e em outros lugares, mas não conseguiria viver longe da minha bela e aconchegante Farroupilha, foi amor a primeira vista.

Elaine Fachini Cherobim:

Minha família chegou em Farroupilha há 42 anos, meus pais trabalharam na Tramontina e Frívolo inicialmente e depois na Grendene. Eu estudei na Escola José Fanton e assim seguimos até hoje nessa cidade que nos acolheu tão bem. Hoje trabalho na área da Educação há 28 anos (professora e vice-diretora na Escola Primeiro de Maio). Meus pais estão aposentados. Eu constituí família aqui. Parabéns para nossa Farroupilha. Gratidão.

Gilmar Dal Ben:

Vim para Farroupilha no início de 76, meu pai tinha sido transferido da CEEE para cá, em 77 construímos uma casa no São José fase um. Já começei a trabalhar nos calçados Bortolossi e depois foram grandes anos de estudos e trabalho em diversas grandes empresas, mas as primeiras lembranças eram os finais de semana na antiga praça da Matriz e do Cine Uirapuru.

Sidenei Feliponi:

Vim de Blumenau há 15 anos atrás. Tenho gratidão a Farroupilha e ao Hospital São Carlos por terem me acolhido com trabalho, onde estou até hoje e amo meu trabalho no Samu e hospital.

Jucéli Teles Dos Santos:

Eu e minha família viemos de Sidrolândia, Mato Grosso do Sul, e já faz seis anos que moramos em Farroupilha. E coincidência hoje também é aniversário da minha cidade natal. Parabéns, Farroupilha. Gratidão, amo morar aqui. Muito obrigado.

Moacyr Araldi:

Eu sou natural aqui de Farroupilha, tenho uma história linda, pois sou de família muito pobre. Eu tinha pouco estudo, mas eu tinha um sonho de vencer na vida e trabalhei muito. Casei em 1986 e nossa história começou, uma linda família com três filhos, hoje tenho um comércio que já tem 25 anos e toda minha família trabalha junto. Adoro Farroupilha e principalmente o bairro Primeiro de Maio.

Santina Camini:

Eu sou natural de Nova Brescia. Vim para Farroupilha em busca de emprego no ano de 1980. Trabalhei na malharia Risso por três anos. Tambem nas casas Ruaro por mais três anos. Estou casada há 33 anos. Fiz minha vida e sou muito grata. Trabalho como cabeleireira atualmente. Gratidão, Farroupilha!

Cleunice Furlin:

Vim para Farroupilha em 2 de maio de 1984. Sou natural de Francisco Beltrão, no Paraná. Casei lá e vim morar aqui, tenho dois filhos. Depois de uns anos, veio a minha irmã com a família dela também, que é a família Favaretto. Amo Farroupilha.

Dilço Batista Rodrigues:

Vindo de Rodeio Bonito, cheguei em Farroupilha em 21 de julho de 1987. Fui morar na pensão da Dona Zilá, no Bairro São José, e comecei a trabalhar na Plaston, ao lado do Antigo Galetos Feltrin, no começo da Avenida Santa Rita.

Jairo dos Santos:

Natural de São Borja, vim para cá em 13 de fevereiro de 1990 e no dia 7 de março daquele ano comecei a trabalhar na Grendene. Minha lembrança é daqueles trinta e poucos ônibus subindo em fila para o centro da cidade. Na época tinham as chamadas “fabriquetas” panfletando, no bom sentido, querendo roubar os funcionários das outras. Pois tinha muita oportunidade de emprego e pouca mão-de-obra. Hoje, graças a Deus, fazem 16 anos que tenho meu próprio negócio. Se não me falha a memória, fui a sexta ou sétima pessoa que veio de lá, fomos praticamente os pioneiros. Hoje 30 ou 40% da minha família que é grande mora em Farroupilha.

Irene Pergher:

A gente veio da colônia em 62, com crianças pequenas e sem trabalho. Meu esposo começou a trabalhar na Soprano e eu na Malharia Nidia. Minhas quatro filhas conseguiram estudar, estão formadas e bem. Só tenho a agradecer a Farroupilha.

Ana Sebben:

Eu fiz minha catequese no salão da Matriz ainda quando era de madeira. Era ali onde tem a praça hoje. Amo minha cidade natal, minha família é natural de Farroupilha.

Gorete Santos:

Nós viemos de Passo Fundo há 36 anos por causa de emprego. Chegamos na quinta e segunda-feira começamos a trabalhar na Soprano. Não saio daqui por nada, construímos nossa vida aqui. Na época tinha muito serviço, que saudade dessa época.

 

Deputada Francis Somensi:

Quero desejar feliz aniversário a nossa querida Farroupilha, uma cidade de fé, trabalho, uma cidade que dá oportunidade de se construir famílias, sonhos, enfim uma vida. Só tenho a agradecer a esta cidade que me recebeu há quase 20 anos. Que me deu oportunidade de trabalho e me deu uma família linda. Que Papai do Céu abençoe todos que vivem nesta cidade maravilhosa e de muitas oportunidades.Vida longa a nossa cidade.

Guilherme Goya:

Eu sou natural de São Borja, moro há 20 anos em Farroupilha. Em Farroupilha conheci minha companheira Cláudia. Foi onde tivemos duas filhas, Martina e Antonela. Trabalhei na Trombini, Grendene, Bohm Distribuidora e atualmente sou gerente comercial na CZN Empreendimentos Do Chico Canziani e também em uma construtora de Caxias. Só tenho a agradecer a essa maravilhosa cidade. Parabéns, Farroupilha.

Rosane da Rosa:

Fui secretária de Saúde, parabenizo Farroupilha pelos 85 anos e agradeço a toda a comunidade de Farroupilha pela acolhida carinhosa e ao prefeito Claiton Gonçalves e toda a administração municipal pelo trabalho que juntos realizaramos neste período e que possibilitou grandes avanços da Saúde.

Silvana Evangelista:

Vim de São Paulo para Farroupilha em 1975 e como estava muito frio eu e minha família estranhamos bastante. Entrei no Colégio São Tiago na metade do ano e estudei com o Rogério. Eu nunca tinha usado touca, luva e ponche. Me sentia um ser de outro mundo.

Família Argenta e Campeol:

Fomos a 5ª família a chegar no Bairro São Luiz. Não tinha nada, era só mato. Pegávamos água em um poço. Fui a primeira assistente do médico doutor João Letti. Nair Campeol Argenta e Antoninho Argenta, 54 anos de casados.

Simone Gasperin:

Sou natural de Vacaria, cheguei em Farroupilha no dia 23 de dezembro de 1984 para passar o Natal na casa dos familiares do meu padrasto. O que era apenas para ser um passeio acabei ficando, pois a Vó Teresa me disse: quer ficar e morar com nós para trabalhar?
Aqui fiquei e não mais retornei para minha cidade natal. No dia 2 de janeiro de 1985 comecei meu primeiro emprego na Estofados Sulandês, após na ITM e Tramontina, me formei em Direito em agosto de 2000, me casei com Simone Gasperin. Resido há 33 anos no bairro Nova Vicenza. Muita gratidão por esta cidade que me acolheu. Parabéns, Farroupilha.

 

Terezinha Felicetti:

Sou natural de Farroupilha e meu primeiro emprego foi na Padaria Farroupilha em 1965. Na época entregávamos pães de porta em porta com a carrocinha do cavalo branco e não existia pães pequenos, só de meio quilo. Ficava na Júlio de Castilhos, na frente da Casa Ruaro.

Milton Savoldi:

Queria parabenizar nossa cidade pelos 85 anos e sou muito feliz por ser um farroupilhense. Também queria prestar uma homenagem a meu tio Ardelino Possa, um dos primeiros taxistas da nossa cidade, vai a foto do ponto de táxi talvez teu pai saiba de onde é esse ponto acho que era na descida da Julho, onde era a sapataria do Brambila. também quero recordar dos anos 70, quando sai da Jansen para estudar no Colégio Nossa Senhora de Lourdes. Fui morar e trabalhar como garçom no restaurante do Lotti, próximo tinha outro restaurante do Angelim Strada, o mercado do Sétimo Bombardeli, padaria do seu Ainer, banca do Nego Wilson, madeireira Pulhe a barbearia do Tomazini, lembranças que ficarão marcadas para sempre na minha memória.

 

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