O presidente da OAB subseção de Farroupilha, Maurício Bianchi e o líder do governo na Câmara de Vereadores, Fabiano Piccoli (PSB) participaram do programa Fim de Expediente desta quarta-feira, 12, onde explicaram sobre o contrato do software de saúde que foi cancelado pela prefeitura.

Eles comentaram que o contrato com empresa Mais Vida, que venceu a licitação, foi direcionado e a análise realizada por cerca de cinco servidores municipais apresentou outras ilegalidades. Desta forma, o município divulgou no Diário Oficial da última terça-feira, 11, o cancelamento do contrato com a empresa. Eles contaram que o valor do acordo com a empresa ao final dos quatro anos iria chegar aos R$ 14 milhões. Com o encerramento a prefeitura também busca o ressarcimento do valor pago.

Bianchi relembrou que a primeira parcela de R$ 1,690 milhão foi paga pelo município em dezembro de 2019 e a segunda, de mesmo valor, já havia sido empenhada pela prefeitura e com uma liminar o repasse para a empresa foi cassado. “Foi por pouco que nós não tivemos esta segunda parcela de R$ 1,690 milhão paga”, explicou.

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