O quadro Jogo Rápido do programa Fim de Expediente desta terça-feira, 20, teve como convidados o empresário Jerônimo Portolan, o engenheiro civil Gilmar Signori e o presidente do Observatório Social de Farroupilha Carlos Alberto Paese. Eles fizeram comentários sobre a recente manifestação do presidente do Legislativo de Farroupilha, Thiago Brunet, na qual colocou em dúvida os testes de qualidade da água realizados pela Corsan.

Segundo Signori, os profissionais que assinam os testes tem responsabilidade sobre seus atos. "Se um engenheiro químico subscreve a análise daquela água, ele tem responsabilidade civil e penal sobre o que está fazendo, com a pena inclusive de perder seu diploma", destacou.

Ainda o convidado Jerônimo Portolan também acredita que a acusação do presidente da câmara é exagerada. “Se está errado, o presidente da câmara no mínimo tinha que ter trazido a público laudos que comprovem que a água esta com problema, e ele ainda diz que tem metais pesados, se ele tem conhecimento que Farroupilha a água nas barragens do município estão com metais pesados, ele já deveria comunicar isso a órgãos competentes, pra que nós não estivéssemos mais tomando, porque metais pesados é como ele disse, podem dar câncer, se ele sabe que tem isso ele deve ter uma informação muito mais privilegiada que nós”, ressaltou.

ENCAMPAÇÃO

O presidente do Observatório Social, Carlos Alberto Paese, comentou sobre sugestão de Thiago Brunet sobre encampar a Corsan. “Vão criar mais um monstro dentro de Farroupilha, já criaram um há pouco tempo atrás, a própria coleta de lixo, é uma coisa que ali na frente vai ir pra dentro da folha de pagamento da prefeitura, assim com está entrando na folha de pagamento da prefeitura o Pró-Saúde, isso a hora que o tribunal de contas, vai cair, e ai, nós temos recursos de investimento que nós estamos cobrando da Corsan ”, questionou.

CUSTO DIÁRIO DO LEGISLATIVO

Os convidados também teceram comentários sobre a divulgação do custo diário da Câmara de Vereadores que é de R$ 8 mil. Para eles o valor é elevado, e deve-se pensar em algo para reduzir os gastos. “É um problema da independência dos nossos poderes, se tu for ver em relação ao que pratica o orçamento do município, não é exagerado, agora é aquilo que se diz não dá pra imaginar que tu não possa fazer também economia neste poder, em todos os poderes tinha que ter economia, legislativo, executivo e judiciário, se a gente quer dar uma notoriedade de seriedade das instituições elas deviam dar exemplo a começar com a menor câmara de vereadores do meu estado e do pais inteiro”, pontuou.

 

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