O Observatório Social de Farroupilha apresentou na última terça-feira, 29, o segundo relatório de atividades com seus apontamentos em contas públicas dos últimos quatro meses. Um dos assuntos abordados pela instituição neste período foi uma licitação na qual foram observadas algumas situações levadas ao prefeito de Farroupilha, Claiton Gonçalves.

Conforme o presidente Carlos Alberto Paesi, a instituição tem por obrigação informar ao gestor. Caso ele não responda de uma forma satisfatória ao observatório, o assunto é levado para a Câmara de Vereadores e se a instituição continuar não recebendo uma solução plausível é levado aos tribunais de contas do estado e da união. “O mais grave a gente não pode falar”, destacou. O presidente ainda relembrou que o objetivo do observatório é cuidar do dinheiro público da melhor forma.  “A gente quer que as coisas sejam feitas licitamente, obedecendo a toda a legislação e que sejam transparentes”, destacou.

Paesi explicou que após esta análise do tribunal esta licitação apontada pelo observatório deve ser apresentada para a população. Segundo o vice-presidente para assuntos institucionais e de alianças, Maurício Bianchi, o caso está sendo mantido em sigilo, já que agora é analisado. 

Nesta apresentação foram 72 processos licitatórios analisados, 30 apontamentos feitos e uma economia de R$ 201 mil. O relatório mostrou ainda que duas licitações foram revogadas, nas quais o município deixou de gastar mais de R$ 14 milhões.

ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL

O Chefe de Gabinete de Farroupilha, José Adamoli, esteve presente na apresentação e comentou sobre o relatório. Para ele o que foi mostrado é de extrema importância e outros municípios do Brasil deveriam tomar como exemplo a criação do Observatório Social. Adamoli comentou que o setor de compras da prefeitura está preparado e trabalhando de forma precisa. “O relatório é importante, nos coloca diante de necessidades de avançar sempre”, afirmou.

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