O decreto de situação de emergência municipal por conta da estiagem que assola não apenas Farroupilha, mas todo o Rio Grande do Sul, depende de uma homologação do estado para ter validade no município.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Agricultores Familiares de Farroupilha (Sintrafar), Márcio Ferrari, não há prazos para que isso aconteça e há possibilidade do decreto não ser reconhecido pelo governador Eduardo do Leite (PSDB) por inúmeros motivos. “Por discordar de alguma coisa ou vir em um momento das vésperas de chuva que recuperou um pouco o problema da água”, comentou.

Se o documento for reconhecido na esfera estadual, o agricultor poderá ter alguns benefícios como renegociar o prazo para pagamento de seus financiamentos e custeios.

O presidente do Sintrafar ainda realçou o papel do Sintrafar durante o período de estiagem. “A nossa conversa com a Secretaria de Desenvolvimento Rural é muito aberta e franca. O nosso papel é de achar o ponto que está com problema e levar até a secretaria”, esclareceu. Conforme Ferrari, é necessário infraestrutura para futuras secas não afetarem a vida no campo como está acontecendo neste momento.

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