A Associação dos Municípios da Encosta Superior do Nordeste (Amesne) emitiu uma nota nesta segunda-feira, 26, sobre o atraso da aplicação da segunda dose da vacina Coronavac na região. De acordo com a agregação, o fato ocorre em virtude do descumprimento do cronograma de entregas por parte do Laboratório do Instituto Butantã, de São Paulo. Ainda segundo o documento, a programação elaborada pelo Ministério da Saúde não observa os prazos previstos em vista da falta de insumos para a produção do imunizante. Este problema também está afetando diversos países.

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A Associação dos Municípios da Encosta Superior do Nordeste – AMESNE, juntamente com seus associados, informa a comunidade que o atraso na aplicação da segunda dose da vacina Coronavac ocorre exclusivamente pelo descumprimento do cronograma de entregas pelo Laboratório do Instituto Butantã, de São Paulo.

A programação elaborada pelo Ministério da Saúde não observa os prazos previstos em vista da alegada falta de insumos para a produção do imunizante junto ao laboratório paulista. Trata-se de um problema verificado em todo o país, especialmente no Rio Grande do Sul, onde a AMESNE está pressionando as autoridades sanitárias do Estado e do Ministério da Saúde para que as entregas sejam retomadas e o planejamento seja cumprido.

Cabe aos entes municipais prosseguir no trabalho de prevenção e atuação imediata no enfrentamento do vírus exigindo a aceleração do processo de vacinação da forma mais breve e rápida possível.

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