Natural de Flores da Cunha, o Capitão Juliano André Amaral entrou na operação logo após a morte do procurado número um do estado, Elisandro Falcão. A quadrilha que assaltou uma fábrica de joias em Cotiporã fugiu pelo mato e acabou cercada pelos policiais na noite de sábado, 29. Armados com fuzis, quatro assaltantes confrontaram a polícia e levaram nove reféns para dentro do matagal.

Alertado pelo comando de Porto Alegre, o Capitão Juliano mobilizou toda a Serra e contou com a ajuda de oito policiais do GATE da capital. Um batalhão de operações de Passo Fundo também foi mobilizado, e os nove reféns foram resgatados na noite de domingo.

Na entrevista reproduzida no Panorama de hoje, o capitão classificou o momento como o auge da operação. No trecho, Juliano também passa detalhes da morte de Falcão e apreensão da comunidade de Cotiporã.

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