Sob a coordenação da assistente social Rosemeri Barreto Argenta, a casa abriga 28 crianças à espera de adoção. Com estrutura de quartos, salas de aula e informática, área de lazer e refeitório, a instituição atua na aproximação dos residentes com suas famílias de origem e também nos encaminhamentos a outras famílias de todas as partes do estado e país.

Na entrevista reproduzida no Panorama de hoje, Rosemeri comentou os casos de adoção tardia, considerada quando as crianças passam dos cinco anos de idade. Segundo ela, um trabalho de busca é feito com quem passa dessa idade, e hoje uma pesquisa comprova que as crianças não ficam mais de dois anos na instituição.

Sobre os adolescentes maiores de 10 anos, a coordenadora cita de exemplo os jovens Roger, 11 anos e André, 15. Os meninos estão em processo de aproximação com uma família de fora da cidade. Em dezembro do ano passado, André e Roger fizeram um pedido público por uma adoção, ao lado da colega Vanessa, 10. Segundo Rosemeri, os últimos processos desmistificam a preferência por meninas e recém-nascidos.

Na galeria de áudios abaixo, a coordenadora passa mais informações, e explica os processos de busca. 

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