A mãe de Manuelly Stopiglia, Eliane Garcia da Rosa acredita que houve erro médico no tratamento da filha que sofre de extrofia vesical. A anormalidade de formação importante do trato urinário inferior envolve a parede abdominal anterior, pélvis óssea, musculatura pélvica, bexiga, uretra e genitália. No caso de Manuelly, os ossos pubianos são separados e existe um afastamento da musculatura abdominal em torno da bexiga.

A menina já realizou duas cirurgias para correção de órgãos e, em uma delas teve a bexiga retirada. Ao realizar alguns exames e consultas no Hospital Santa Casa da Misericórdia em São Paulo, o especialista questionou por qual motivo foi realizado esse procedimento que é utilizado apenas em situações extremas.

A próxima cirurgia já está marcado e o retorno para a consulta com o nefrologista será em outubro para verificar a função renal, fazer a endoscopia digestiva e analisar a má formação de órgãos do sistema reprodutor.

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