Uma coletiva realizada na tarde desta sexta-feira, no gabinete da prefeitura, levantou as hipóteses da causa que resultou em centenas de peixes mortos na barragem da Julieta. O secretário e a diretora-geral do Meio Ambiente, Mikael Campeol e Rafaela Pessin; o gerente da Corsan em Farroupilha, Álvaro Jacobsen e o superintendente-adjunto regional da empresa, Eduardo Bianchi, passaram informações para a imprensa. Foi dada a garantia que, através de análises realizadas de hora em hora pela Superintendência de Tratamento da Corsan, a água segue potável, portando, não havendo risco aos consumidores. A principal hipótese levantada pode ser de um choque térmico, devido as mudança de condições de temperatura. Os técnicos da empresa apontam que o fenômeno é comum, porém, serão realizadas análises mais detalhadas para levantar a presença de metais pesados ou produtos químicos presentes na barragem. Na tarde desta sexta, a prefeitura começou o trabalho de remoção dos peixes do local. 
 

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