Anunciadas em setembro de 2013, as obras de esgotamento sanitário que previam um investimento global superior a R$ 20 milhões estiveram em andamento durante apenas um ano em Farroupilha. Paralisadas em 2014, devido a falência da empresa vencedora da licitação, as obras não chegaram nem à metade do objetivo. Preocupada com a situação, a Associação Farroupilhense de Proteção ao Meio Ambiente veio a público do dia mundial da água para cobras ações imediadas da empresa. O Panorama desta segunda-feira reproduziu a entrevista com o presidente da entidade, José Pancotto que falou em descompromisso da Corsan e lamentou o que considera uma questão que é levada de arrasto e que infelizmente depende de decisões a nível estadual. 




 

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