Apesar do Rio Grande do Sul estar a mais de 13 mil quilômetros da Austrália, o estado gaúcho está na mesma latitude e a frente fria trará a fumaça carregada de cinzas e partículas das queimadas que levaram cerca de sete dias para atravessar o oceano Pacífico e chegar ao estado através de correntes de ventos marinhos.

Conforme meteorologistas consultados, pela posição das correntes de ventos marítimos, com frente fria e as queimadas na Austrália serem de extremas proporções, já era esperado acontecer este fato.

Eles dizem também que a fumaça estará a mais de um quilômetro de altura, entre as nuvens da frente fria. Com isso, a formação de nuvens ficará mais acentuada, podendo deixar o céu mais carregado após a passagem da frente fria. A região metropolitana de Porto Alegre e parte da Serra Gaúcha deverão estar dentro dos limites de passagem da fumaça.

Em locais que houver chuva, as cinzas deverão cair até o solo e as demais partículas se dissiparão no oceano Atlântico.

Os profissionais não comentaram se essas partículas são nocivas à saúde.

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