O presidente da Associação Farroupilhense de Proteção ao Ambiente Natural (Afapan), José Pancotto, fez um pequeno histórico sobre a a Associação dos Recicladores de Farroupilha (Arfa), que na última semana teve seu pavilhão atingido por um incêndio.

Pancotto destacou que logo nos primeiros anos de criação a associação reciclava cerca de 50 toneladas por mês e atualmente chega a reaproveitar somente oito toneladas. Ele relembrou que em oito anos do governo Claiton Gonçalves e Pedro Pedrozo, a gestão da pasta de Meio Ambiente foi alterada cerca de oito vezes, o que pode ter deixado a Arfa desassistida.

Para ele, o recolhimento de lixo seletivo também precisa ser alterado, já que no momento a Empresa Farroupilhense de Saneamento e Desenvolvimento Ambiental (Ecofar) utiliza caminhões compactadores para serviço. Pancotto explicou que desta forma, em alguns pontos onde dezenas de famílias fazem a separação correta, o lixo descartado de forma incorreta acaba contaminando o seletivo e tudo é levado para o aterro sanitário do município.

Ainda sobre o pavilhão da reciclagem, ele alertou que o espaço precisa de um fluxo de trabalho melhor para agilizar processos, o primeiro deles é um contêiner para rejeitos que ficaria posicionado no final da esteira, que no momento não existe. Desta forma, o trabalho tem que ser parado para que os recicladores façam a limpeza. “Precisa ter estômago para trabalhar lá”, finalizou.

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