O padre da Paróquia Jesus Bom Pastor, José Mussoi, comentou sobre o custo da máquina pública do estado. Ao invés da reforma tributária proposta pelo governador Eduardo Leite (Psdb), o religioso afirma que teria que haver uma reforma administrativa para evitar gastos desnecessários.

Ele sugeriu que benefícios dos servidores adquiridos ao longo do tempo deveriam ser cortados. Um deles é a impossibilidade de um funcionário ser demitido, além de ter uma estabilidade na máquina publica.

Segundo Mussoi, ainda é preciso reduzir 50% dos funcionários do alto escalão desde o estado até os municípios. “Se acostumaram a viver na pandemia do dinheiro dos outros. Não é bem assim, altos salários desde um juíz, desembargador, de um deputado, um monte de assessores, tomando cafezinho dentro dos gabinetes”, opinou. Em sua visão, cerca de 80% dos gastos públicos são para salários e muitos servidores são inativos.  

De acordo com o padre, os governadores não podem aumentar impostos sempre que houver um aperto nas contas da administração pública. “Não é por aí o caminho”, comentou.

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