O vereador Jonas Tomazini (MDB) criticou o novo software da saúde de R$ 5,7 milhões. Ele questionou o número de empresas que participaram do processo licitatório, já que apenas uma companhia apresentou proposta à Farroupilha.

Tomazini comparou Bento Gonçalves com o município. O prefeito de Bento, Guilherme Pasin, adquiriu um sistema para saúde por R$ 60 mil e tem um gasto mensal com o serviço de R$ 29 mil. Já a cidade farroupilhense terá que desembolsar R$ 3,3 milhões, mais R$ 2,3 milhões pela licença para adquirir o software e pagará mensalmente R$ 196 mil, a fim de custear a manutenção e o funcionamento do sistema.

De acordo com o vereador, não serão utilizadas todas as ferramentas do software. Ele lembrou que o sistema terá três idiomas: francês, inglês e espanhol. "Não vai ser usado tudo o que está sendo solicitado", afirmou. 

O parlamentar sugeriu um melhor aproveitamento dos recursos, investindo na fila de espera para realização de exames e cirurgias, por exemplo. “Na minha avaliação, uma decisão que não foi a mais acertada tomada pelo gestor do município”, comentou.

Leia Também

Deixe o seu comentário!