Farroupilha decretou situação de emergência por conta da seca que prejudica principalmente a agricultura do município. Segundo o laudo técnico da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), a estiagem pode causar um prejuízo de pelo menos R$ 38 milhões aos produtores.

A decisão foi publicada no Diário Oficial desta quarta-feira, 20, com duração de 180 dias. Segundo o documento, o problema ocasionou uma diminuição considerável da capacidade de exploração da água, causou perdas consideráveis nas lavouras, na criação de gado leiteiro e aves. A estiagem também está inviabilizando o acesso à água para consumo humano. Com a situação de emergência decretada, Farroupilha se habilita para receber recursos do estado.

A estimativa do Sindicato dos Trabalhadores Agricultores Familiares de Farroupilha (Sintrafar) aponta que o número de famílias sem água para consumo próprio pode chegar a 400. O levantamento oficial já está sendo realizado. 

Segundo o secretário do Desenvolvimento Rural, Daniel Troes, as ações para combater a seca serão feitas em parceria com a Defesa Civil do município. "Serão elaboradas algumas práticas que seriam elas a construção de cisternas, já pensando para agora e um futuro mais próximo e, no caso de algum abastecimento imediato, através de transporte de água potável em parceria com a Corsan", explicou.  

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