O Hospital São Carlos não possui recursos para pagar a execução do Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndios (Ppci) que deve custar R$ 2 milhões. A superintendente geral da instituição, Janete Toigo, a engenheira de segurança, Cristiane Girelli, o arquiteto Giovani Comin, o comandante do Corpo de Bombeiros, tenente Elierson Passos e o sargento Denilson Meirelles Carvalho, participaram do programa Fim de Expediente desta segunda-feira, 22, e comentaram sobre o assunto.

O comandante dos bombeiros destacou que todas as edificações precisam se adequar até o dia 27 de dezembro deste ano de acordo com a Lei Kiss. A engenheira de segurança explicou que o primeiro passo que será realizado pela instituição de saúde será a instalação e a complementação de extintores e a sinalização de saídas de emergência, conforme a atual situação do prédio, mesmo que desta forma a estrutura não esteja condizente com o projeto aprovado pelos bombeiros.

A segunda parte prevista é um treinamento de funcionários que farão parte da Brigada de Incêndio do hospital. Após isto, a engenheira contou que seguirá para o Executivo o projeto e os orçamentos dos equipamentos que serão instalados no hospital para contemplar o plano.

Segundo o tenente Passos, foram feitas cinco análises da edificação e quatro consultas técnicas no local para se chegar a aprovação do Ppci e garantir a melhor segurança da casa de saúde.

Janete destacou que não será fácil cumprir com as determinações estabelecidas. Ela lembrou que neste ano o hospital está deficiente de emendas parlamentares. “Tudo controladíssimo e está curto”, enfatizou.

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