No dia 25 de fevereiro, a Grendene, maior exportadora de calçados do Brasil e uma das maiores produtoras mundiais, completou 50 anos desde a sua fundação.

A dona de marcas que caíram no gosto da população brasileira, como Melissa, Rider e Ipanema, iniciou as atividades em 1971, em Farroupilha, como fabricante de embalagens para garrafões de vinho, mas viu na indústria calçadista a oportunidade de revolucionar a moda usando o plástico como um caminho para inovação, design, conforto e durabilidade.

Maior exportadora de calçados do Brasil, estando presente em mais de 100 países, a companhia conta com mais de 20 mil postos de trabalho diretos nas 11 unidades industriais distribuídas no Ceará, Bahia e Rio Grande do Sul.

Sua capacidade de produção é de 250 milhões de pares por ano e seus produtos alcançam 65 mil pontos de venda no Brasil e 60 mil no exterior. A Companhia conta, ainda, com showroom Melissa em Milão, três 'Galeria Melissa', em São Paulo, Nova York e Londres. Em 2019, registrou lucro líquido de R$ 495 milhões.

O coordenador de RH da empresa Grendene, Giuliano Fornazier e o diretor de Suprimentos Luciano Mantovani, durante entrevista à Spaço FM, comentaram sobre os 50 anos da empresa e do momento atual, vivido em meio a uma pandemia.

Somente em Sobral no Ceará emprega 16 mil colaboradores, e na semana que passou, realizou o lançamento da pedra fundamental de uma nova unidade em Crato, também no Ceará, onde serão desenvolvidos componentes para 500 mil pares de calçados por mês.

Em Farroupilha a Grendene é a segunda empresa com o maior número de funcionários, ultrapassando a casa de dois mil colaboradores. Na entrevista, eles prospectaram o quem vem pela frente em termos de produtos e expansão da empresa.

A Grendene é detentora das marcas Melissa, Ipanema, Rider, Grendha, Zaxy, Cartago e Grendene Kids.

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