O frei Jaime Bettega comentou sobre o atual momento de preconceito vivido no Brasil. Durante sua manifestação, o religioso destacou que os brasileiros herdaram uma história não de humanização, mas sim de materialização, ou seja, estão inseridos em um cultura de ter as coisas. A partir disso, as pessoas utilizam umas às outras.

Outro fator que o frei elencou foi a padronização de cultura do individualismo e a separação das pessoas por grupos culturais. Durante esse processo os valores do outro foram se perdendo. “Se reconhece que é humano, não gaste tempo olhando a cor, a raça, a cultura, a situação econômica ”, aconselhou.

De acordo com ele, fatos como o que aconteceu no Carrefour, em Porto Alegre, que culminou na morte de Carlos Alberto Silveira de Freitas, mostram que a sociedade não se humanizou. O frei realçou que o verbo amar só pode ser conjugado por pessoas humildes, mas a humanidade está longe dessa característica.

Conforme o religioso, a sociedade exige diploma, mas em muitos casos o ser humano não é feliz. “Mudanças têm que começar no coração humano. Volta da espirutualidade é o caminho para a humanização”, pontuou.

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