As entidades de Farroupilha como Observatório Social, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) subseção Farroupilha, Câmara de Indústria, Comércio, Serviços e Agronegócios de Farroupilha (Cics), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Sociedade Médica de Farroupilha (Farmed), entre outras, se posicionaram contra a aquisição do software da saúde, que custará cerca de R$ 3,38 milhões, mais R$ 196 mil mensais para a manutenção do serviço.

O posicionamento contrário foi tomado em uma reunião no Salão Nobre da Prefeitura na manhã desta quinta-feira, 30, na qual o prefeito Claiton Gonçalves e o diretor da empresa Mais Vida, Anderson Paniago, buscaram explicar as vantagens do sistema. As entidades ainda haviam feito um ofício contrário a compra do software para entregar ao gestor. 

O encontro era para ter ocorrido no Gabinete do Prefeito, entretanto, por conta da apresentação do sistema, a reunião acabou transferida para o Salão Nobre. Com isso, os representantes das entidades foram pegos de surpresa e criticaram a demora das explicações de como o software funcionará.  

O representante da classe médica, Felipe Hertz, afirmou veementemente que o sistema deveria ser disponibilizado sem custos para a adminstração por se tratar de um piloto. “Aqui em Farroupilha é implantação, uso grátis, funcionou a gente compra”, opinou. Farroupilha será a primeira cidade a receber o sistema. Gonçalves afirmou que o serviço já foi adquirido, mas acolheu o documento das entidades para analisar o pedido.

 

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