A greve dos funcionários do Poder Judiciário, iniciada em 24 de setembro, não tem prazo para terminar. Conforme o líder do protesto em Farroupilha, Robson Simas, praticamente 100% dos servidores do município já aderiram ao movimento.

A paralisação acontece por conta de um projeto de lei que está tramitando na Assembleia Legislativa, que busca substituir o posto de trabalho pela função de técnico judiciário.

De acordo com Simas, a decisão está nas mãos do presidente do Tribunal de Justiça. “Diante dessa falta de posição dele por alegações que consideramos totalmente inverídicas, nós mantemos essa posição de greve. Só voltamos quando ele abrir a mesa de negociação de fato”, explicou.  

Cerca de 3,5 mil vagas serão extintas e o serviço será prejudicado. Mesmo com a paralisação, 30% do efetivo mantém o atendimento a serviços de urgência realizados pelo Fórum.   

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