Uma reunião entre a Brigada Militar e representantes do comércio de Farroupilha definiu ações de segurança contra furtos e roubos nos estabelecimentos comerciais do município.

O encontro ocorreu na noite desta terça-feira, 3, na sede do Sindilojas, e contou a presença dos presidentes da CDL, Sindigêneros, Sindilojas e Cics. Estiveram presentes ainda, representando a Brigada Militar, o coordenador do comitê do cercamento eletrônico do estado, coronel Alexandre Aragon, o subcomandante do 36º BPM, major Juliano Amaral e o comandante da 1ª CIA, tenente Lucas Ribeiro Pereira, além de proprietários de alguns estabelecimentos comerciais que foram vítimas de recentes furtos e roubos no município.

Durante a reunião foram relatadas várias situações de assaltos, nos quais proprietários e clientes passaram por momentos de pavor e de medo. Os lojistas valorizaram o esforço da Brigada Militar, mas não entendem porque o meliante que assalta hoje, amanhã está nas ruas novamente e praticando as mesmas ações e muitas vezes nos mesmos estabelecimentos.

Diante de tantos relatos e versões, foi definida uma estratégia onde lojistas e a BM estreitaram a parceria na busca de uma solução para que essa onda de assaltos não continue.

A BM intensificará o policiamento na região e também contará com o apoio das novas câmeras de monitoramento que estão sendo instaladas no cercamento eletrônico do município para identificação dos suspeitos.

Conforme dados da Brigada Militar, entre os meses de janeiro e fevereiro houveram nove prisões em flagrante relacionadas a posse de entorpecentes e furto qualificado.

Após a reunião, major Juliano fez uma avaliação do encontro e explicou que a cobrança por parte dos lojistas estreita ainda mais os laços com a segurança pública, principalmente com a Brigada Militar.

Ele admite que nesse começo de ano várias lojas na área central já sofreram com furtos e roubos, mas garantiu que a BM vem realizando prisões e lamentou que a Lei da Liberdade de Imprensa, que não permite a divulgação de nomes e fotos dos meliantes, impessa a divulgação do trabalho na segurança e, por consequência, a população não vê resultado das ações que diariamente acontecem, como prisões e apreensões.

Confira no áudio abaixo

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