O Fim de Expediente desta segunda-feira recebeu Izane Sott, a mãe do menino Pedro Henrique Sott Techio, diagnosticado com rara leucemia. Izane relatou o momento complicado de seu filho, que faz tratamento de quimioterapia todos os dias em Caxias do Sul, mas vem tendo uma resposta lenta. Demitida de seu emprego por faltas, a mulher pede de forma urgente para as pessoas realizarem o teste no Hemocentro de Caxias do Sul, em busca de uma medula compatível. Os médicos avaliaram que apenas o transplante pode salvar o menino, e deram previsão de até três meses para ser realizado. Para ajudar nos custos e incentivar os testes de medula, uma campanha iniciada no Facebook reúne grupos que vão ao Hemocentro. A secretaria municipal da Saúde disponibiliza transporte para quem deseja realizar o teste.

No Fim de Expediente desta terça-feira, a médica hematologista e diretora técnica do Hemocentro de Caxias do Sul, Sabrina Wizentiner, falou sobre o procedimento na doação de testes de compatibilidade e explicou existir uma cota para exames. Em termos de testes para medula óssea, a chance de ser compatível é muito pequena de pessoas foras da família do paciente. Para realizar o teste, é necessário levar ao Hemocentro documentação com foto e CPF.

 

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