O prefeito de Rio Pardo, Rafael Barros(Psdb) foi preso temporariamente nesta quarta-feira, 27, por suspeita de envolvimento em fraudes em licitações na área da saúde, peculato, corrupção passiva, organização criminosa, ocultação de bens, crime de responsabilidade e desobediência. Outras duas pessoas também foram detidas. Uma delas é o procurador do município, Milton Coelho e uma terceira que não teve o nome divulgado.

A operação denominada Camilo é formada pela Polícia Federal, Controladoria Geral da União, Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul, Ministério Público Federal e Ministério Público do estado. Barros também é o presidente da Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo (Amvarp). A ação cumpriu mandados no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e no Rio De Janeiro.

Em Rio Pardo a operação buscou documentos na prefeitura e no hospital regional localizado no município. Na capital gaúcha, o vereador e presidente do partido Solidariedade, Cláudio Janta também está sendo investigado. A operação busca apontar prefeituras que contrataram a Associação Brasileira de Assistência Social, Saúde e Inclusão (Abrassi) para serviços na área da saúde.

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