O vereador e ex-presidente da Câmara Municipal, Sandro Trevisan (PP) questionou a contratação de uma assessoria jurídica para estudar a quebra de contrato da plataforma de saúde em Farroupilha. Conforme o vereador, o valor do contrato pelo serviço ficou fixado em R$ 120 mil.

Trevisan explicou durante o Spaço Rádio Jornal desta segunda-feira, 11, que o valor é muito elevado apenas para uma análise de licitação. "É brincar com o dinheiro público, são R$ 120 mil para vir aqui e fazer análise de uma licitação para ver o que eu posso fazer para desfazer esse negócio”, comentou.

Segundo ele, os vereadores apenas podem tornar essa contratação pública com o intuito do prefeito Claiton Gonçalves (PDT) explicar a situação. O vereador explicou ainda que o próximo passo é enviar ao Ministério Público (MP) para a verificação de alguma ilegalidade. A empresa de Rogério Borba também é do Rio de Janeiro, assim como procurador geral do município, David Tolomeotti.

ENTENDA O CASO

A prefeitura firmou um contrato com a empresa Mais Vida para aquisição de um software da saúde que custaria aos cofres do município R$ 3,38 milhões, mais R$ 196 mil mensais para a manutenção do serviço. Farroupilha seria a primeira cidade a receber o sistema. 

Uma das manifestações do prefeito sobre as críticas que vinha recebendo por contratar o serviço é inclusive motivo de um dos pedidos de impeachment que tramita na Câmara de Vereadores.

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