O vereador Fabiano Piccoli (PT) afirmou ter recebido ameaças de morte por conta de um conjunto de ações que tem realizado na Câmara de Vereadores de Farroupilha.

Conforme Piccoli, a informação de ameaça foi repassada por terceiros em uma reunião de alguns parlamentares com o prefeito Claiton Gonçalves (PDT). O objetivo era tratar sobre a desistência da compra dos terrenos adquiridos ao lado da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA). Essa compra é um dos itens apontados no pedido de impeachment. É importante lembrar que Piccoli é o presidente da Comissão Processante da cassação. 

O vereador ainda não registrou na polícia, mas conversou com o delegado Rodrigo Morale. Ele destacou que é uma situação delicada. “Não propriamente de um assunto, mas de uma conjuntura. A gente nunca imaginou que isso fosse acontecer em Farroupilha”, pontuou.

Além de Fabiano, Thiago Brunet (PDT) também recebeu ameaças. Deivid Argenta (PDT) também foi ameaçado, entretanto, a reportagem da Spaço FM não conseguiu confirmar se Argenta registrou o caso na polícia. 

Piccoli ainda revelou que sua esposa, a advogada Maiara Lívia Bogo Piccoli, que estava trabalhando no departamento juridíco da administração atual como cargo em comissão (CC) pediu exoneração. “Ela estava insatisfeita com algumas questões”, concluiu.

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