Os vereadores se manifestaram na sessão extraordinária do processo de impeachment contra o prefeito Claiton Gonçalves (PDT) que está ocorrendo na Câmara de Vereadores. Os pronunciamentos iniciaram com Arielson Arsego (MDB). Depois das manifestações, Gonçalves tem duas horas para apresentar sua defesa.

Arielson Arsego (MDB)

O parlamentar destacou que votará com consciência tranquila, mas não abriu seu voto.

Devid Argenta (PDT)

Abriu o voto para e afirmou não ao pedido de impeachment. Ele explicou que irá votar pela maioria do povo. Argenta tem divergências com o prefeito, mas votará pela maioria da população.

Eleonora Broilo (PSD)

Ela lembrou do juramento que fez em 2017 e seguirá a lei. A vereadora está convicta no acompanhamento do relator.

Fabiano André Piccoli (PSB)

Ele votará como o parecer do relator.

Fernando Silvestrin (PL)

Abriu mão do seu pronunciamento.

Jonas Tomazini (MDB)

Ele ressaltou que não está feliz em presenciar um impeachment.

Jorge Cenci (MDB)

Seu voto será pela razão e legalidade dos fatos os quais teve conhecimento.

Kiko Paese (PP)

Abriu mão da manifestação.

Mário Bellaver (MDB)

Votará pela cassação do prefeito Claiton Gonçalves.

Glória Menegotto (Rede)

Defendeu o prefeito e afirma que o processo não passa de uma manobra política. A vereadora terminou sua manifestação ao soar do alarme de aviso de tempo de 15 minutos.

Sandro Trevisan (PP)

Abriu mão da manifestação.

Sedinei Catafesta (PSD)

Respondeu Glória, dizendo que a comissão processante não agiu de má-fé. Seguirá o seu parecer.

Tadeu Salib dos Santos (PP)

Ele destacou que seguirá comemorando o dia 15 de maio. Defende o advogado Maurício Bianchi, autor do processo e a assessoria juridica da Câmara de Vereadores. Ele afirmou que o Partido Progessista (PP) tomou uma posição, mas não disse qual é.

Thiago Brunet (PDT)

Elogiou o presidente do Sindilojas, Sérgio Rossi, por voltar atrás (Rossi tirou a assinatura do Sindilojas em uma nota de entidades apoiando o impeachment). Ele afirmou que há tempo de mudar. Não vê motivos fortes e reais para impedir que o prefeito termine seu mandato. Ele também direcionou a manifestação para alguns vereadores que fizeram parte do governo. “Sempre há tempo de repensar, sempre há tempo de mudar”, afirmou para Catafesta (relator do parecer que indica a cassação de Gonçalves). Brunet comentou que os autores do pedido de impeachment deverão se desculpar com o prefeito se o impeachment acontecer.

Tiago Ilha (Republicanos)

Ele questionou qual história as pessoas querem escrever durante a sessão. Ele destacou que se o prefeito for cassado, o município irá parar. Questionou se os advogados que assinaram o pedido impeachment com Maurício Bianchi são cidadãos de Farroupilha. Ilha salientou que todo mundo comete erros.

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