O vereador Jonas Tomazini (MDB) afirmou que pedido de impeachment contra o prefeito de Farroupilha, Claiton Gonçalves, tem bons argumentos.

O vereador destacou que o processo não havia sido aceito pela Câmara de Vereadores, por conta das correções apontadas pela procuradora da Casa Legislativa, Viviane Varela. “Na minha avaliação houve irregularidade, ao não consultar a Câmara sobre a compra”, argumentou.

De acordo com Tomazini, o processo está melhor estruturado que o primeiro. Para o parlamentar, politicamente pode não haver ganho com o processo de impeachment, embora a administração atual esteja desgastada, briga com as entidades e desrespeita o cidadão.

O vereador discordou de sua colega, Glória Menegotto (Rede Sustentabilidade), quando defendeu Gonçalves, salientando que a Lei Federal número 8.666/93, também normatiza a compra de imóveis. Jonas explicou que a Lei Federal diz é que o prefeito pode dispensar a licitação para compra de terreno. Isso não dispensa o gestor de enviar projeto para a Câmara.

Ele é a favor da admissibilidade do processo. “Deve ser acolhido o pedido, isso é uma avaliação pessoal. Deve ser formada uma comissão para que possa ir a fundo e averiguar”, opinou.

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