O presidente da Câmara de Vereadores, Fernando Silvestrin (PL), admitiu que houve irregularidades no governo de Claiton Gonçalves (PDT).

Ele concordou com dois argumentos do pedido de impeachment: a nomeação de um fiscal da prefeitura que não foi exonerado e continuou recebendo valores de gratificação e exercendo as funções de assessor jurídico e a compra de terrenos sem autorização do Legislativo.

A explicação de Silvestrin é que ter votado na abstenção durante o processo de impedimento de Gonçalves na última sexta-feira, 15, foi uma questão de ética, uma vez que estava conduzindo a sessão e buscou ser imparcial. “Em momento algum eu quis atrapalhar”, explicou.

Ele salientou que sua intenção de se abster não foi para agradar partidos da base ou da oposição do governo. “Eu mantive o meu critério”, contou.

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