A sessão extraordinária da Câmara de Vereadores de Farroupilha para a votação do processo de impeachment contra o prefeito do município, Claiton Gonçalves, teve início às 13h desta sexta-feira, 15. O relator Sedinei Catafesta (PSD) indicou a cassação de Gonçalves em três itens dos quatro apresentados pelos autores do terceiro pedido, o qual tem autoria da OAB-RS. São eles: a nomeação de um fiscal do município para atuar em função privativa de advogado, ilegal suplementação de crédito de R$ 10 mil para R$ 890 mil e a aquisição de terrenos sem autorização do Legislativo.

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Cerca de de 400 páginas serão lidas com tempo para todos os parlamentares se manifestarem. O prefeito Claiton Gonçalves terá duas horas para apresentar sua defesa e a previsão de término da sessão extraordinária é para a madrugada deste sábado, 16.

A prefeitura emitiu o decreto número 6.793, que determina que os trabalhos ocorram de portas fechadas com limite de apenas 30 pessoas, restringindo o acompanhamento do julgamento somente pelas partes envolvidas. Com isso, a imprensa e o público estão restritos de participarem presencialmente.

Ainda na manhã desta sexta, a defesa do prefeito Claiton Gonçalves tentou cancelar a sessão na justiça. Uma das alegações do pedido de suspensão é a manifestação do ex-prefeito de Farroupilha e presidente do MDB no município, Ademir Baretta, em entrevista para a Rádio Spaço FM, na qual afirmou que seu partido irá votar pela cassação do gestor.

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