O deputado federal Jerônimo Goergen, em entrevista para a Rádio Spaço FM, afirmou que não há ilegalidade em seu assessor presidir o Movimento de Tradicionalista Gaúcho (MTG). Goergen e o então colega, Ernani Polo, foram condenados pela 7ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre por atestarem falsamente que Oscar Gress, na época presidente do MTG, trabalhava na assessoria da assembleia.

A juíza Cristina Lohmann condenou os réus ao pagamento de multa. A sentença descreve que Gress acessava muito pouco a assembleia e que a própria recepcionista não o conhecia. Ainda segundo Cristina, o ex-assessor não sabia o nome de seus colegas, evidenciando a falta de envolvimento com o cargo ocupado por ele.

Jerônimo Goergen esteve na manhã desta segunda-feira, 19, no Farina Park Hotel, para explicar pontos da Medida Provisória 881 de Liberdade Econômica e também comentou sobre o caso. “O que me estranha é a promotora sem ter uma sentença publicada. Ela forçou argumentando que havia um funcionário fantasma, mas a própria mesa diretora da assembleia reconhece a existência do cara”, respondeu.

Goergen, Ernani Polo e Oscar Gress perderam seus direitos políticos por cinco anos na primeira instância. O parlamentar afirmou que a sentença será revertida em segunda instância.

Leia Também

Deixe o seu comentário!