O ex-prefeito de Farroupilha, Ademir Baretta, em participação no Fim de Expediente desta terça-feira, 8, abordou dois assuntos que a administração municipal vem colocando em prática e que, segundo ele, não vem de acordo com o interesse da comunidade.

O primeiro assunto abordado foi o cercamento eletrônico, que em um primeiro momento foi apresentado à comunidade com o objetivo de dar segurança, denunciando veículos que estivessem com irregularidades como situação de furto ou roubo, e possivelmente sendo conduzidos por bandidos. O que se viu na prática é que as câmeras instaladas também poderão multar o excesso de velocidade.

Para Baretta não há outra coisa dentro da administração municipal a não ser uma confusão de interpretação, onde nem mesmo os secretários e o prefeito se entendem, pois uns dizem que as câmeras multam, outros dizem que não. “Somos a favor do cercamento sim, mas não ao caça-níquel”, ressaltou.

Em relação a área da saúde, o ex-prefeito alertou a comunidade sobre a aquisição do novo programa que irá gerenciar o sistema de saúde no município, como marcação de consultas, exames, cirurgias, entre outros.

Conforme Baretta, a contratação do novo sistema custou R$ 3,3 milhões pela implantação e mais R$ 2,3 milhões pela licença do sistema, totalizando cerca de R$ 5,7 milhões. Ele ressaltou ainda que para manter o sistema em funcionamento e sua manutenção, a administração municipal irá pagar mensalmente o valor de R$ 196 mil. “Nós vemos desperdícios, gastos em caprichos e teimosias de alguns gestores”, declarou.

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