Cerca da quatro mil apenados no RS deixaram o sistema carcerário após o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) recomendar que os juízes avaliassem a situação por precauções contra a covid-19, o que evitaria uma contaminação em massa no sistema prisional.

Um grupo de deputados foi contrário a essa decisão e encaminhou um ofício ao Tribunal de Justiça (TJ), no qual pede o fim da soltura de presos. Em entrevista à Spaço FM, o deputado Zucco (PSL) justificou sua participação no grupo e demonstrou sua preocupação com a soltura desses meliantes. “É inadmissível que se solte um homicida, um estuprador, um agente que não vai ficar em isolamento”, declarou.

Para o deputado, ao deixar a cadeia o criminoso não vai seguir os protocolos de segurança e vai se envolver em novos crimes, até mesmo por que muitos fazem parte de facções e precisam dar respostas a elas.

O parlamentar também comentou sobre as críticas que o governo Bolsonaro vem recebendo de grupos contrários, inclusive articulando um possível pedido de impeachment do presidente. “É lamentável enxergar a quantidade de setores que estão em pré campanha para as eleições de 2022 e que não respeitam um presidente eleito democraticamente”, salientou.

Ele criticou a posição de muitos governadores que, segundo Zucco, foram eleitos com a bandeira de Bolsonaro e hoje viram as costas. Quanto ao trabalho do governador Eduardo Leite no RS, o deputado fez críticas em relação às atitudes do governo com a classificação das bandeiras no quesito covid-19, quando coloca várias cidades em isolamento com fechamento do comércio. Zucco entende que a vida tem de ser preservada, mas salienta que há necessidade de um equilíbrio.

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