O prefeito de Chapecó no estado de Santa Catarina, João Rodrigues (PSD), durante entrevista à Spaço FM nesta terça-feira, 29, atualizou informações sobre a situação do município em relação à covid-19 e ao impacto causado na economia da cidade.

Para o prefeito, a implantação do tratamento precoce deu certo mas teve de enfrentar algumas resistências. "Os canalhas, os covardes, negacionistas, os ordinários, os patifes querem contrariar o que é certo”, salientou, se referindo à atitude do presidente Jair Bolsonaro quando pediu para cuidar da saúde, da vida, mas também cuidar do emprego.

Ele comentou que Chapecó está com pouca internação pelo fato da aplicação do tratamento precoce, que teve início no mês de março, e os óbitos que estavam na casa de 20 pessoas por dia, hoje estão em um a cada três ou quatro dias. O prefeito ressaltou que isso foi uma lição que Chapecó deu ao país, que a economia vai bem e tudo está próximo de uma normalidade.

Em relação aos médicos que não seguem o tratamento precoce, ele afirmou que Chapecó também viveu esse drama e fez duras críticas ao comportamento dos médicos. Segundo o prefeito, esses profissionais acham que para a covid-19 não tem tratamento nenhum e que o tratamento só tem que ser feito após o paciente estar com o quadro agravado.

Ele apoia os médicos que defendem o tratamento precoce e dá toda a liberdade para trabalharem, pois tem também o apoio de 90% da população. "Nós selecionamos os corajosos, os guerreiros que defendem a vida, dos cagões, amedrontados e covardes” declarou.

Ele ressaltou que após essa atitude, muitos médicos da rede pública de saúde começaram aplicar o tratamento precoce e por isso Chapecó tem hoje números estabilizados e em queda no município. João explicou que antes do tratamento precoce, Chapecó tinha 5,5 mil positivados e 20 óbitos por dia e hoje somente 410 pessoas estão com o vírus.

Outro item citado pelo prefeito foi as internações que reduziram de 30 por dia para dois ou três a cada quatro dias e que essa é a prova cabal que o tratamento dá resultado e que não há motivos para colocar a culpa no presidente Jair Bolsonaro. “Os negacionistas, verdadeiros covardes que não querem o tratamento da população na hora certa, são os responsáveis pelo número de óbitos que Santa Catarina e o país tem”, declarou.

Confira a entrevista no áudio abaixo

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