O deputado federal Marlon Santos (PDT) fez uma narrativa sobre as ações que os ex-presidentes do Brasil realizaram, quando estavam a frente, no comando do país.

Na visão do deputado, a administração de Fernando Collor de Mello abriu o mercado internacional para que o Brasil ganhasse dimensão continental.

No governo de Itamar Franco, a contratação de Fernando Henrique Cardoso para Ministério da Fazenda deu a estabilidade monetária no país e fez com que o Brasil também fosse respeitado mundialmente.

Em relação ao governo Lula, o parlamentar ressaltou que houve sim, uma melhor distribuição de renda, permitindo que o pobre conseguisse comprar uma calça jeans e um par de tênis, que era um sonho na época. Já na administração de Dilma Rousseff, ele reconhece o progresso na área da indústria metalmecânica, e que isso é inegável.

Agora no governo de Jair Bolsonaro, o Brasil, que segundo ele, estava travado, se desburocratizou e está avançando em várias áreas e segmentos. “Vamos aprender falar bem das pessoas”, ressaltou.

O deputado enfatizou que continuará apoiando o governo, caso Bolsonaro seja novamente eleito. "Eu quero ver o Brasil crescer, e ele pode contar comigo”, exaltou.

Marlon Santos salientou que não se pode achar motivos entre linhas para culpar o governo Bolsonaro por isso ou por aquilo, principalmente no que diz respeito a pandemia. “As pessoas que criticam deveriam colocar o nome para concorrer a presidente e se elegerem. Chamar o presidente de genocida é demais. Ninguém quer matar uma população, isso é para tentar pregar nazismo contra o presidente”, declarou.

Santos admitiu que há falhas no governo, e que não se pode subestimar um vírus comentado no mundo inteiro, mas dizer que é um genocida, aí é demais. O deputado não acredita que houve omissão por parte do presidente, talvez um movimento tardio.

Ele salientou que as pessoas que hoje batem no presidente viviam dizendo antes de comprar a vacina, que não se podia comprar nada sem antes passar por licitação. Depois aprovaram uma lei que podia comprar sem o processo licitatório, e aí começaram as críticas.

O deputado comentou ainda que quando a Pfizer lançou a primeira vacina, a oposição questionava a compra sem antes passar por testes e agora querem que o governo tivesse comprado. “Essas loucuras não dá para suportar”, lamentou.

Questionado se a eleição fosse decidida entre Bolsonaro e Lula, o deputado afirmou que votaria em Bolsonaro para o país continuar sendo desburocratizado.

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