O presidente da Assembleia Legislativa do RS, deputado estadual Gabriel Souza esteve em Farroupilha nesta quinta-feira, 15. A agenda incluiu uma entrevista na Rádio Spaço FM, na qual ele comentou sobre saúde e educação.

Primeiramente Souza foi recebido pelo prefeito e pelo vice, Fabiano Feltrin e Jonas Tomazzini, na prefeitura do município. No encontro eles falaram sobre a verba de R$ 600 mil para o combate à pandemia que serão destinados ao Hospital São Carlos oriundos de uma ação conjunta entre a assembleia, o Poder Judiciário, o Ministério Público, o Tribunal de Contas e a Defensoria Pública. O deputado também esteve na Câmara de Vereadores e cumpriu agenda de imprensa. 

Ao longo do programa Fim de Expediente o presidente comentou que agora não é hora de falar de eleição, mas sim de unir forças suprapartidárias. "Minha pririodade no momento é combater a pandemia, vacina e recuperação de economia", salientou.

O político explicou que esteve no Instituto Butatan, em São Paulo, o qual poderá vender a vacina para cidades e estados a partir do término do contrato com o governo federal que visa a entrega de 100 milhões de doses. Nesta visita foram solicitadas 3 milhões de doses para o Rio Grande do Sul e a previsão é para elas cheguem entre os meses de agosto ou setembro. "Fomos manifestar interesse", pontou. Souza ainda declarou que se houver necessidade a assembleia entrará com um valor para auxiliar o RS na compra. 

Outro assunto abordado foi a questão das aulas presenciais, que estavam permitidas mesmo em bandeira preta para a educação infantil até o segundo ano do ensino fundamental. "A aula nunca foi proibida nos decretos estaduais. Acontece que houve uma decisão judicial impetrada pelo Cpers, pela Adufrgs e pelo Sinpro para derrubar a volta às aulas". 

O deputado defende a vacinação nos professores e trabalhadores da educação com prioridade, pois em sua visão é urgente e necessário que as aulas voltem. "O Brasil vai perder uma geração inteira com dois anos letivos perdidos e perder no ponto de vista de atraso cognitivo, de aumento da desigualdade social, da pobreza, da miséria e também de dificuldade futura no mercado de trabalho. É incalculável o prejuízo para a sociedade como um todo. Eu advogo que as aulas voltem imediatamente e que haja um cronograma vacinal para que enquanto as aulas estejam retornando os professores sejam vacinados", finalizou.

Pedido

O Rio Grande do Sul pediu ao STF, com medida cautelar de urgência, para que o estado possa priorizar a imunização contra a covid-19 dos profissionais da área da educação.
A medida busca permitir o retorno, com segurança, das aulas presenciais de educação infantil e da educação básica, dos 1° e 2° anos. 

OUÇA A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA NO LINK ABAIXO 

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