O município de Farroupilha possui apenas uma opção para serviço de atendimento de emergências. A questão vem sendo debatida há alguns anos, já que a cidade enfrenta problemas com falta de atendimento em função da liberação da ambulância que depende de uma autorização da central telefônica localizada em Porto Alegre.

O assunto foi discutido durante o programa Fim de Expediente desta segunda-feira, 18, por convidados que participaram do quadro Jogo Rápido. O fundador do Resgate Voluntário no município, Enio Ferreira explicou que o prefeito Claiton Gonçalves teria dado credibilidade através de uma regulação inversa que daria autonomia para outros órgãos como Polícia Rodoviária, Corpo de Bombeiros e Resgate Voluntário, mas isto não ocorreu na prática. “Nós não temos”, destacou.

Ferreira também comentou que a entidade não tem uma ambulância adequada para fazer os atendimentos e que a Secretaria da Saúde iria disponibilizar outra para qualificar o trabalho do resgate.

O caso mais recente aconteceu no último sábado, 16, quando um homem avistou uma mulher caída no centro do município e não conseguiu a liberação da ambulância do Samu através da central telefônica do serviço em Porto Alegre. Ferreira recebeu a ligação de outras pessoas e deslocou a ambulância do Resgate Voluntário para a vítima ser levada ao hospital.

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