O presidente da Associação dos Municípios da Encosta Superior do Nordeste (Amesne), Fabiano Feltrin, comentou em entrevista neste sábado, 5, à Spaço FM, sobre o posicionamento do governo estadual em restringir uma série de ações em determinados segmentos no combate ao aumento de casos positivos de covid-19 no Rio Grande do Sul.

Conforme Feltrin, a Amesne apresentou cinco ações para conter o avanço, mas não teve o aval do governo. "O governo quer retroagir, mas a Amesne é contra restrições severas”, declarou.

Entre as ações estão, o isolamento das áreas públicas como bancos de praças, a proibição de música ao vivo, realização de eventos de qualquer natureza (particular ou corporativo), os restaurantes podem receber clientes até às 22h com fechamento total às 23h59.

Para o presidente, o problema está nas aglomerações, o que está deixando os hospitais lotados. Questionado sobre o trabalho da fiscalização no sentido de coibir as aglomerações, Feltrin foi enfático. "A fiscalização é a conscientização de todos, o governo quer retroagir e isso nós não podemos permitir”, ressaltou.

A amesne terá nesta segunda-feira, 7, mais uma reunião com o Comitê de Saúde do Estado para apresentar novas ações.

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