A superintendente-geral do Hospital São Carlos, Janete Toigo e o conselheiro da instituição, Clarimundo Grunddmann, participaram do programa Fim de Expediente desta sexta-feira, 11, e responderam as declarações do prefeito de Farroupilha, Claiton Gonçalves que criticou a casa de saúde, afirmando que ela não está prestando contas para a comunidade.

Gruddmann explicou que mensalmente é protocolado na Secretaria da Saúde um relatório com a prestação de contas do hospital. “Talvez ele esteja mal informado”, comentou.

O conselheiro ampliou algumas questões sobre a crise em que a instituição passou nos últimos anos. Gruddmann explicou que durante os dois em que o hospital passou pela intervenção do poder público, que iniciou em 2014, a receita era de cerca de R$ 2,3 milhões e a instituição gastava R$ 2,9 milhões, o que gerou um déficit durante o período de cerca de R$ 15,7 milhões.

Assim, quando o conselho foi criado, a instituição tinha um débito de R$ 40 milhões, realizou alguns empréstimos e agora tem cerca de R$ 20 milhões em dívidas. Segundo os conselheiros, nestes valores não estão contabilizadas as mais de 100 ações trabalhistas em que a casa de saúde respondeu.

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